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	 <title>Notícias Bi4All</title>     
	 <link>http://www.spirituc.com/bi4all/</link> 
     <description>Na 1ª página e em 1ª mão quando somos notícia está aqui</description> 

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		<link>http://www.spirituc.com/bi4all/#/pt/bi4all/eventos-e-noticias/?id=14</link>
		<title>Modelo Integrado Para Uma Gestão Eficiente E Controlo Do Risco</title>				
		<place>30/04/2011 in Expresso</place>
		<pdf></pdf>
		<image></image>		
		<description><![CDATA[
A bi4all tem divulgado o tema com algum sucesso entre os decisores, dado que estes se revêem frequentemente nesta problemática. O objectivo não é explicar o pensamento estratégico que cada gestor deve ter, pretende sim demonstrar de que forma os gestores podem garantir que o seu negócio, a sua ideia e estratégia seja bem implementada e que cada pessoa saiba exactamente o que fazer dentro da organização. 
<br /><br />
A base deste trabalho tem que ver com a implementação de Boas Práticas de Gestão e Soluções de Business Intelligence como suporte ao negócio nas organizações pelas quais passamos.
<br /><br />
<b>Organização de processos de negócio</b>
<br />
Na implementação dos processos, a estratégia da organização deve ser bem definida, com os factores críticos analisados, com a definição de inputs de processo, o respectivo output e no final o que chamamos “ruído” no fluxo de informação bem identificado.
<br /><br />
<b>Risk Management e Controlo Interno</b>
<br />
O Risk Management poderá ser visto como uma janela que transforma riscos em oportunidades, ao proporcionar competências organizativas e metodológicas para identificar e controlar os riscos a que está sujeita a organização nas suas várias áreas de negócio.
<br /><br />
<b>Portal de Risco (Monitorização)</b>
<br />
A etapa final e complementar ao risk management é a concepção e implementação de um Portal de Risco Corporativo, permitindo à gestão de topo (e aos outros gestores funcionais ou líderes de unidades de negócio, por via de uma disseminação segmentada da informação) um controlo efectivo da estratégia da organização, através de um interface completo e intuitivo.
<br /><br />
<b>Corporate Performance Management</b>
<br />
O Performance Management garante a monitorização dos Key Performance Indicators (KPIs) orientados aos targets definidos e comparando os mesmos com a situação actual da organização.
		]]></description>
	</item>
	<item id="13" type="1" top="0" imp="1">
		<link>http://www.spirituc.com/bi4all/#/pt/bi4all/eventos-e-noticias/?id=13</link>
		<title>Bi4all Regista 1,8 Milhões De Euros De Negócio Em 2010</title>
		<place>03/02/2011 in Market Report</place>
		<pdf>http://www.bi4all.pt/docs/1-BI4ALL_regista_Market_Report.pdf</pdf>
		<image></image>		
		<description><![CDATA[
Segundo José Oliveira, Director da bi4all “o ano de 2010 foi o ano das grandes mudanças de estratégia de posicionamento das software houses (IBM, SAP, Oracle; Microsoft). Dessa forma, as empresas de consultoria que representam essas companhias, como é o caso da Bi4all foram levadas na corrente dessas mesmas estratégicas. Também foi um ano marcado pela relutância das empresas investirem nas Si/Tis conforme o têm feito até agora. Ora, isto tudo aliado ao facto dos preços de serviços não aumentarem em Portugal há vários anos, leva a que as margens brutas dos negócios sejam inferiores, o que aumenta claramente o risco deste negócio”. 
<br />
Apesar da conjuntura, José Oliveira afirma que “a bi4all conseguiu aumentar ligeiramente a venda de serviços em detrimento da venda de software. Este último claramente associado com as tais alterações estratégicas das grandes Softwarehouses. A bi4all terminou com 1.8M€ de facturação em detrimento de 1.9M€ do ano passado. Em termos de expectativas, conseguimos manter o volume de facturação, que era o objectivo principal, no entanto em termos de vendas de produtos ficamos aquém das expectativas”. 
<br />
Para 2011 as principais mudanças estratégicas prendem-se com o crescimento. José Oliveira diz que “a bi4all está empenhada no crescimento da organização através de algumas mudanças de posicionamento, em termos de mercado nacional, e estamos também a apostar forte na internacionalização. Neste momento temos três projectos internacionais adjudicados, e estamos na expectativa de fecharmos o quarto. Este último a acontecer irá provocar um aumento bastante significativo no volume de facturação e no número de colaboradores”.
		]]></description>
	</item>
	<item id="12" type="1" top="1" imp="1">
		<link>http://www.spirituc.com/bi4all/#/pt/bi4all/eventos-e-noticias/?id=12</link>
		<title>Bi4all – Business Intelligence Ao Serviço Do Ambiente</title>
		<place>07/2010 in Vida Económica</place>
		<pdf>http://www.bi4all.pt/docs/2-BI_ao_Servico_do_Ambiente_VEmpreender2010.pdf</pdf>
		<image></image>
		<description><![CDATA[
O tema do desenvolvimento sustentável está cada vez mais presente no espaço público mundial e são cada vez mais as pessoas e organizações que aderem a iniciativas verdes em favor de um mundo melhor. Muitas empresas já perceberam que no futuro imediato, o consumidor que está cada vez mais socialmente responsável, exigirá saber qual é o impacto económico, ambiental e social dos produtos e serviços que adquire. Para responder a esta nova necessidade, as organizações estão a começar a medir os seus resultados em termos sociais, ambientais e económicos, o chamado “Triple Bottom Line” (People, Planet, Profit). 
<br /><br />
Os custos relacionados com a impressão, utilização e envio de documentos em papel consomem mais de 15% do lucro anual de uma empresa. O objectivo é automatizar os processos, reduzindo o desperdício de papel, de tinteiros e de árvores. O Business Intelligence (BI) permite criar relatórios que são construídos de forma a minimizar o uso de papel e que podem ser publicados em formato pdf e analisados em portais corporativos, no telemóvel ou enviados por e-mail. 
<br /><br />
Ser o mais eficiente possível é o benchmark das empresas na actualidade, e isso traduz-se numa poupança significativa de recursos humanos e materiais, que permite minimizar o desperdício e poupar o ambiente.
		]]></description>
	</item>
	<item id="11" type="1" top="0" imp="1">
		<link>http://www.spirituc.com/bi4all/#/pt/bi4all/eventos-e-noticias/?id=11</link>
		<title>Green Business Intelligence - Luxo, Necessidade Ou Uma Nova Vantagem Competitiva Para O Futuro?</title>
		<place>04/2010 in Microsoft Magazine</place>
		<pdf>http://www.bi4all.pt/docs/3-Green_BI_MSFTMAgazine_2010.pdf</pdf>
		<image></image>		
		<description><![CDATA[
De acordo com alguns dos melhores especialistas da área económica, tais como Peter Drucker ou Tom Peters, o principal objectivo das organizações é criar valor. Actualmente, o conceito de valor não está limitado à maior obtenção de lucro, mas cada vez mais incorpora uma vertente de responsabilidade social, na qual a componente ecológica assume uma particular relevância.
<br /><br />
As organizações estão a aderir às chamadas iniciativas verdes, e o Business Intelligence (BI) pode dar um importante contributo para este processo:
<br /><br />
<b>Poupança de Recursos –</b> A utilização de plataformas electrónicas, para a análise e partilha de informação entre colaboradores, parceiros, clientes, etc., permite reduzir os gastos associados à impressão e envio de relatórios em formato físico. Como exemplo real, a BI4ALL possui testemunhos dos seus clientes que dizem que não só diminuíram as impressões em papel bem como o consumo de tinteiros que, como sabemos têm um nível de toxicidade elevada. Isto é possível através da publicação de relatórios, a sua análise em portais corporativos e o seu envio por e-mail. Quando existe mesmo a necessidade de impressão de um relatório, estes são construídos de forma a minimizar o uso de papel.
<br /><br />
<b>Melhorias das Decisões de Gestão –</b> As informações ambientais podem ser usadas no processo de tomada de decisão. Por exemplo, pode incluir-se num projecto, dados sobre o consumo energético e poluição, de forma a monitoriza-los. Apesar de estes serem dados relevantes, nem sempre são facilmente acessíveis ou estão em formatos estruturados sendo que, tem existido uma evolução no Business Intelligence “tradicional” para a inclusão deste tipo de informação (Data Warehouse 2.0 - Bill Inmon).
<br /><br />
<b>Gestão da Infra-Estrutura de IT –</b> São muitas as organizações que utilizam o BI neste processo, onde as questões ecológicas começam também a assumir relevância. Uma maior preocupação com os mecanismos de integração, gestão da qualidade dos dados (Data Quality e MDM) e simplificação de sistemas, permitem uma poupança significativa de custos humanos e materiais. 
		]]></description>
	</item>	
	<item id="10" type="1" top="1" imp="1">
		<link>http://www.spirituc.com/bi4all/#/pt/bi4all/eventos-e-noticias/?id=10</link>
		<title>Impacto do Business Intelligence na redução de custos das empresas</title>
		<place>24/04/2010 in Expresso</place>
		<pdf>http://www.bi4all.pt/docs/5-Impacto_do_BI_Expresso.jpg </pdf>
		<image></image>		
		<description><![CDATA[
No mundo actual onde a redução dos custos nas empresas tem uma importância estratégica, encontrar a melhor forma de o fazer sem que isso afecte a capacidade de produção e resposta da organização, não é tarefa fácil. Então qual a melhor solução? Não existe solução perfeita para o problema. Existe a possibilidade das empresas adoptarem medidas e melhorias nos sistemas internos (processos, SI/TI, etc...) para que essas melhorias reflictam um melhor fluxo e um melhor aproveitamento dos sistemas internos de informação.
<br /><br />
Numa empresa organizada, com processos optimizados e com custos controlados, os esforços devem incidir em aumentar a eficiência do sistema de reporting, optimizar os seus sistemas de informação e finalmente melhorar em termos de processos.
<br /><br />
Em suma, os sistemas de Business Intelligence actuam de várias formas na redução de custos numa organização. De acordo com a minha experiência, e apesar de um sistema de BI ser implementado por fases e demorar um tempo até ser implementado para a totalidade da empresa, em média, após um período de três meses, as organizações começam logo a ver a capacidade de resposta destes sistemas e a sua potencialidade. 
		]]></description>
	</item>		
	<item id="9" type="1" top="1" imp="1">
		<link>http://www.spirituc.com/bi4all/#/pt/bi4all/eventos-e-noticias/?id=9</link>
		<title>“Nenhuma Empresa Irá Sobreviver Ao Futuro Se Não Inovar”</title>
		<place>08/01/2010 in Vida Económica</place>
		<pdf>http://www.bi4all.pt/docs/6-Nenhuma_Empresa_VE.pdf</pdf>
		<image></image>		
		<description><![CDATA[
O gestor da bi4all, José Oliveira considera “Nenhuma empresa irá sobreviver ao futuro se não inovar”. A crise que se vive actualmente em todo o mundo e que também se faz sentir no nosso país, embora preocupe o gestor da Bi4all, não o faz abrandar o ritmo, mas apenas o leva a adoptar novas estratégias para responder às necessidades dos clientes, mantendo sempre um nível de competitividade bastante elevado. 
		]]></description>
	</item>	
	<item id="7" type="1" top="0" imp="1">
		<link>http://www.spirituc.com/bi4all/#/pt/bi4all/eventos-e-noticias/?id=7</link>
		<title>A Gestão Da Performance De Uma Organização É O Último Elo Do Modelo Unificado Do Corporate Governance</title>
		<place>25/09/2009 in Expresso e 10/2009 in IPAI</place>
		<pdf>http://www.bi4all.pt/docs/8-Ultimo_Elo_Mod_Unificado_Expresso.jpg</pdf>
		<image></image>		
		<description><![CDATA[
Ultimamente todos temos verificado que algumas das empresas portuguesas onde supostamente funcionariam excelentes modelos de gestão, foram as primeiras a acusar problemas aos primeiros sinais de crise. Como é possível que, entidades onde os deveres e responsabilidades dos Conselhos de Administração estejam definidos segundo as melhores práticas do “Governo das Sociedades”, sejam as primeiras a entrar em colapso financeiro? Tanto mais quando esse colapso tem origem na falta de liquidez ou através de fraudes detectadas ao nível da administração?
<br /><br />
Na minha perspectiva, a problemática da gestão actual das empresas passa pela ausência de uma relação directa entre as várias componentes do Modelo Unificado do Corporate Governance.
<br /><br />
1.	Organização e Processos - a primeira componente do Corporate Governance passa por uma organização sustentada em processos perfeitamente descritos e com todas as ocorrências perfeitamente identificadas. 
<br />
2.	Modelos de Governação - dentro desta componente integra-se a definição de standards em termos contabilísticos, informáticos, sistemas de suporte à decisão e finalmente modelos de governação (Modelo Continental e Japonês, Modelo Latino, Anglo Saxónico e Dualista). 
<br />
3.	Gestão do Risco e Controlo Interno - Acredito sinceramente que esta crise virá provar que um bom modelo de Governação terá de ter obrigatoriamente todas as componentes de monitorização activas e bem presentes nas organizações. Um bom controlo interno permitirá uma melhor gestão do risco.
<br />
4.	Performance Management - O módulo de Performance Management surge somente no final e, na minha opinião só pode ser implementado numa organização após esta ter passado pelos três passos anteriores: Processos perfeitamente definidos e alinhados, os Modelos de Governação em conformidade com as boas práticas, e a componente de Risco e Controlo interno activa e em monitorização constante. Após isso, o passo na evolução da excelência é a monitorização integrada das três componentes e a sua evolução em termos de capacidade de reduzir os custos e, por consequência, aumentar os lucros da organização. Existem várias ferramentas de monitorização da Gestão da Performance. Uma das mais utilizadas é o famoso Balanced Scorecard (BSC) de Kaplan e Norton. 
<br /><br />
Em conclusão, podemos afirmar que neste mundo cada vez mais competitivo, só irá sobreviver quem se destacar pela positiva, inovar o suficiente antecipando as tendências de mercado, monitorizando toda a componente nervosa da organização, avaliando em tempo real o seu “state of the art” seja a nível processual, financeiro ou de negócio, permitindo uma actuação mais proactiva do que reactiva, com todos os benefícios da excelência de actuação e imagem da empresa. 
		]]></description>
	</item>		
	<item id="5" type="1" top="0" imp="1">
		<link>http://www.spirituc.com/bi4all/#/pt/bi4all/eventos-e-noticias/?id=5</link>
		<title>As Vantagens Competitivas Da Empresa São As Pessoas</title>
		<place>08/05/2009 in Vida Económica</place>
		<pdf>http://www.bi4all.pt/docs/8-Ultimo_Elo_Mod_Unificado_Expresso.jpg</pdf>
		<image></image>		
		<description><![CDATA[
A actual crise levou José Oliveira, gestor da Bi4all, a adoptar novas estratégias para responder às necessidades dos clientes, mantendo sempre um nível de competitividade bastante elevado. A empresa dedica-se à venda de software de Business Intelligence e à consultadoria na sua implementação. 
<br /><br />
O sector tem verificado movimen¬tos de concentração, existindo agora quatro grandes fornecedores de soluções de BI: a IBM, a Microsoft, a Oracle e a SAP. Apesar destas alterações no sector, o negócio da Bi4all, não parece ressentir-se, estimando José Oliveira atingir os 1,9 milhões de euros de vendas no final de 2009, o que representa um crescimento de 46% face a 2008.
<br /><br />
A crise que se vive actualmente em todo o mundo, e que também se faz sentir no nosso país, embora preocupe o gestor da Bi4all não o faz abrandar o ritmo, apenas o leva a adoptar novas estratégias para responder às neces¬sidades dos clientes, mantendo sempre um nível de com¬petitividade bastante elevado.
<br /><br />
Afirma que as vantagens competitivas desta pequena empresa são as pessoas, contando actualmente com uma equipa de mais de 20 consultores, que pautam a sua ac¬tuação por valores tão importantes como a seriedade e o rigor num sector de actividade tão competitivo e agres¬sivo, como o da consultadoria e das tecnologias de infor¬mação.
<br /><br />
Esta empresa conta já com mais de 200 projectos reali¬zados divididos entre reengenharia de processos, Planea¬mento e Orçamentação, Corporate Governance e Busi¬ness Intelligence na perspectiva do Reporting. Regista crescimentos anuais de dois dígitos e com uma carteira de clientes significativa dos quais de destacam Johnson & Johnson, Cetelem, Montepio Geral, Banco Itau, e Merck Sharp & Dhome.
<br /><br />
No horizonte desta empresa está a abertura de uma su¬cursal no Porto, um mercado ainda pouco explorado por esta empresa, e que lhe permitirá trabalhar todo o mercado do Norte de Portugal e da Galiza. Também é objectivo do fundador fazer crescer a presença da organização a nível internacional, bem como aumentar a proposta de valor aos clientes actuais promovendo e potenciando as relações com os mesmos num princípio de Customer Intimacy.
		]]></description>
	</item>	
	<item id="4" type="1" top="1" imp="1">
		<link>http://www.spirituc.com/bi4all/#/pt/bi4all/eventos-e-noticias/?id=4</link>
		<title>A Crise Dos Mercados E A Gestão Das Organizações</title>
		<place>25/04/2009 in Expresso</place>
		<pdf>http://www.bi4all.pt/docs/10-Crise_dos_Mercados_Expresso.jpg</pdf>
		<image></image>		
		<description><![CDATA[
A capacidade de aceder à informação, de forma rápida e consolidada, é indispensável para a tomada de decisão. Um dos estudos mais importantes do mundo do Business Intelligence informa que, as empresas tomam decisões com 7% a 10% do total da informação armazenada nos seus sistemas. Tudo porque os sistemas transaccionais não estão preparados para responder às questões de negócio que se colocam a toda a hora. A forma que temos de dar a volta a este problema é de uma vez por todas assumirmos que os sistemas de Business Intelligence são de facto a estrutura mais importante das organizações que pretendem ser competitivas e que pretendem ter informação atempada para poder tomar decisões em tempo real. 
<br /><br />
O sistema de Business Intelligence, tal como o nome diz, é um sistema claramente orientado ao negócio. Tem uma componente informática grande, mas claramente focada no negócio da organização. Não existem no meu ponto de vista, duas empresas iguais, nem tão pouco um sistema que sirva para duas organizações ainda que similares, seja pela cultura da empresa, como pela forma como os decisores olham para o seu negócio. 
<br /><br />
Tal como referido anteriormente, os sistemas de Business Intelligence devem ser feitos de acordo com as necessidades de negócio das organizações. Segundo a Gartner o futuro do BI passa por plataformas inteligentes onde os motores de busca, o reporting e scorecards se interligam com alertas dinâmicos, e me avisam antecipadamente que existem um problema nos meus processos e que tenho de actuar rapidamente para não correr riscos. Ou seja, primeiro devem de tentar responder às necessidades base como os reportings, depois os scorecards, o planeamento e orçamentação, os alertas e finalmente, os motores de busca orientados ao BI.
		]]></description>
	</item>	
	<item id="3" type="1" top="0" imp="1">
		<link>http://www.spirituc.com/bi4all/#/pt/bi4all/eventos-e-noticias/?id=3</link>
		<title>BI4ALL – BI PARA GESTÃO DE PERFORMANCES</title>
		<place>10/2007 in Microsoft Magazine</place>
		<pdf>http://www.bi4all.pt/docs/11-BI_para_Gestao_da_Performance_MSFMagazine_2007.pdf</pdf>
		<image></image>		
		<description><![CDATA[
A função financeira desempenha um papel crucial no seio da empresa, sendo aí que naturalmente se concentra uma grande parte das análises realizadas. Esta é por sua vez uma actividade que obriga à recolha e processamento de uma quantidade considerável de dados, consumindo por vezes em tarefas de rotina (relatórios mensais trimestrais, anuais...) demasiados recursos. Finalmente, a maioria destas análises centram-se em aspectos exclusivamente financeiros quando sabemos que, muitas vezes, a explicação de certos efeitos só pode ser feita por variáveis extra financeiras. A gestão da informação desempenha assim um papel crucial, onde os progressos nas novas tecnologias de informação, designadamente na área de gestão de grandes bases de dados, afiguram-se como instrumentos determinantes na reinvenção da actividade financeira tradicional.
<br /><br />
Sistemas de apoio à decisão, eficientes e adaptados à empresa e ao tipo de negócio, podem contribuir para incrementar a eficiência da função do gestor moderno, diminuindo o tempo necessário para efectuar tarefas de rotina, melhorar a qualidade da informação produzida e distribuída aos outros gestores, deixando mais tempo disponível para actividades de análise, controlo e planeamento.
<br /><br />
Os anos 90 viram o emergir de diversas metodologias de gestão que aumentam, ou em alguns casos substituem, as métricas financeiras puras para medir as performances das empresas.
<br /><br />
O Balanced Scorecard dita as leis e aumenta o controlo de gestão através da monitorização de métricas financeiras, processos de negócio, aprendizagem interna e perspectivas do crescimento. 
<br /><br />
As tecnologias necessárias ao suporte desta nova forma de agir e pensar no mundo empresarial já existem, o que não existe ainda é a consciência, por parte de alguns executivos, das oportunidades que estas tecnologias representam e podem criar. 
<br /><br />
As empresas devem desafiar a sua estratégia tradicional publicando informação existente para procurar oportunidades de criar vantagem competitiva. 
<br /><br />
A implementação de um projecto de Business Intelligence é hoje uma decisão crítica e complexa, que deve ser gerida com o máximo rigor, desde o estudo das necessidades e a justificação de implementação até à escolha da tecnologia e da empresa implementadora da solução, pois é ai que o seu projecto irá fazer a diferença dos outros.
		]]></description>
	</item>	

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